
A evolução do ser - humano preocupa mais a cada dia. Aliás não sei se Evolução é a palavra adequada para se usar pois, olhando para os lados, mais parece que estamos voltando ao tempo das cavernas. O homem de downtown está mais para Neandertown! A violência domina a mente humana. Dos vídeo-games (ou seja, em casa) até as ruas, só dá ela. Homens se matam por causa do grande rizoma que envolve o tema Drogas (traficantes, viciados, fornecedores, civis inocentes, policiais, etc); Homens se matam por causa de um jogo de futebol(um salve para as torcidas “organizadas"); Homens se matam por causa de uma batidinha no trânsito (concerto custa R$90,00); Homens se matam por religião, por infidelidade e outras coisa não citadas. Porém, o foco destas palavras vai para aquele que tenta matar, linchar, execrar pessoas que estão no pleno ato do exercício de um direito constitucional: Liberdade de Expressão.
Há alguns meses na cidade de Salvador/BA, uma Professora de ensino infantil chamada Jaqueline Carvalho, 28 anos, foi demitida, execrada publicamente e (segundo a mesma) ameaçada de morte porque num show da banda de pagode “O Troco” ela subiu ao palco e o vocalista, levantou suas vestes e enfiou-lhe a calcinha na bunda numa dança e música conhecida como “Todo Enfiado”. Ao que parece, a professora sofreu muito, já que é mãe de uma garota e passou a esconder-se. Mais tarde, sem perspectiva de voltar à docência tornou-se “Dançarina” da banda para poder prover seu sustento. Criava-se uma no personagem nos Palcos: A Professora. Que ainda mais tarde, sofrera intervenções judiciais pois as outras professoras julgam Jaqueline como trabalhadora da profissão mais antiga do mundo e assim “sujava ou suja” a imagem delas.
Agora, foi a vez da Aluna Gleisy Arruda, estudante da UNIBAN. A garota, no exercício do seu direito à Liberdade de Expressão, vestiu-se com um (belo) vestido vermelho e seus colegas juntamente com professores, hostilizaram-na. A estudante teve que ser escoltada pela polícia sob ameaça de linchamento dos seus “colegas” ouvindo aquelas palavras que nenhum daqueles “moralistas puritanos” falaria à mesa durante almoço de domingo. Na ultima sexta-feira, vi num programa de TV que a garota queria voltar a freqüentar as aulas, mas, num covarde golpe, a Universidade Bandeirantes ranqueada sob o número 159 de 175, decidiu expulsar Gleisy Arruda negando-lhe assim mais dois direitos constitucionais: O direito de ir e vir e o direito adquirido através de mérito em processo seletivo. O mais bonito é a razão da expulsão: “flagrante desrespeito aos princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade”. Essa foi a violência moral.
Aí temos que nos perguntar: qual é a palavra? Evolução ou regressão? Mentes violentadas pelo descaso e uma quase imitação da Ditadura militar. Vão censurar mais o que? Biquíni na praia? Lembrem-se que a banda Jammil fora censurada na música Lança-lança durante um carnaval. Vamos ficar sentados, deixando que “donos” da moral, bons costumes, nos eduquem usando força, censura, ameaça e coerção? Vamos pensar pra reagir aos abusos a que somos submetidos no dia a dia. Daqui eu me disperso.
PS: Sugestão - > Música de Gabriel, O Pensador titulada “Até Quando?” Vale à pena e tem tudo haver com o tema.
Há alguns meses na cidade de Salvador/BA, uma Professora de ensino infantil chamada Jaqueline Carvalho, 28 anos, foi demitida, execrada publicamente e (segundo a mesma) ameaçada de morte porque num show da banda de pagode “O Troco” ela subiu ao palco e o vocalista, levantou suas vestes e enfiou-lhe a calcinha na bunda numa dança e música conhecida como “Todo Enfiado”. Ao que parece, a professora sofreu muito, já que é mãe de uma garota e passou a esconder-se. Mais tarde, sem perspectiva de voltar à docência tornou-se “Dançarina” da banda para poder prover seu sustento. Criava-se uma no personagem nos Palcos: A Professora. Que ainda mais tarde, sofrera intervenções judiciais pois as outras professoras julgam Jaqueline como trabalhadora da profissão mais antiga do mundo e assim “sujava ou suja” a imagem delas.
Agora, foi a vez da Aluna Gleisy Arruda, estudante da UNIBAN. A garota, no exercício do seu direito à Liberdade de Expressão, vestiu-se com um (belo) vestido vermelho e seus colegas juntamente com professores, hostilizaram-na. A estudante teve que ser escoltada pela polícia sob ameaça de linchamento dos seus “colegas” ouvindo aquelas palavras que nenhum daqueles “moralistas puritanos” falaria à mesa durante almoço de domingo. Na ultima sexta-feira, vi num programa de TV que a garota queria voltar a freqüentar as aulas, mas, num covarde golpe, a Universidade Bandeirantes ranqueada sob o número 159 de 175, decidiu expulsar Gleisy Arruda negando-lhe assim mais dois direitos constitucionais: O direito de ir e vir e o direito adquirido através de mérito em processo seletivo. O mais bonito é a razão da expulsão: “flagrante desrespeito aos princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade”. Essa foi a violência moral.
Aí temos que nos perguntar: qual é a palavra? Evolução ou regressão? Mentes violentadas pelo descaso e uma quase imitação da Ditadura militar. Vão censurar mais o que? Biquíni na praia? Lembrem-se que a banda Jammil fora censurada na música Lança-lança durante um carnaval. Vamos ficar sentados, deixando que “donos” da moral, bons costumes, nos eduquem usando força, censura, ameaça e coerção? Vamos pensar pra reagir aos abusos a que somos submetidos no dia a dia. Daqui eu me disperso.
PS: Sugestão - > Música de Gabriel, O Pensador titulada “Até Quando?” Vale à pena e tem tudo haver com o tema.
